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	<title>Arquivos taxação | PSB Caxias do Sul</title>
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	<description>Página oficial do Partido Socialista Brasileiro de Caxias do Sul</description>
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	<title>Arquivos taxação | PSB Caxias do Sul</title>
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		<title>Há um ano, PSB propôs taxação de fortunas, atual alternativa diante da crise do coronavírus</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2020 01:05:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Partido defendeu também a necessidade da criação de um imposto sobre lucros e dividendos</p>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Partido defendeu também a necessidade da criação de um imposto sobre lucros e dividendos</strong></h2>



<p>A crise do coronavírus criou a necessidade urgente de investimento público nas ações de combate à doença, em políticas sociais e medidas econômicas.</p>



<p>O governo de Jair Bolsonaro, no entanto, tem demorado a agir e resistido a adotar medidas que priorizam a manutenção das condições de vida dos mais pobres, a proteção ao emprego e à renda.</p>



<p>Há cerca de um ano, a bancada do PSB apresentou na Câmara dos Deputados dois projetos de lei que visam combater os privilégios de grandes contribuintes, tributando fortunas e cobrando imposto sobre lucros e dividendos. As propostas são de autoria do deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE) e subscritas pela bancada socialista.</p>



<p>“Agora, com a pandemia, é a hora de aprovarmos medidas como esta, que chamam os mais afortunados a contribuir com o país e as suas urgências. É uma questão de justiça social e, neste momento, uma urgência humanitária e nacional”, afirma o deputado.</p>



<p>O PL 1.981/19 propõe a cobrança de Imposto de Renda Pessoa Física sobre a distribuição de lucros e dividendos, que estão isentos desde 1995, por medida do governo de Fernando Henrique Cardoso. Já o Projeto de Lei Complementar nº 9/19 institui o Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF).</p>



<p>Durante o ato de protocolização das propostas, em abril de 2019, o presidente nacional do PSB destacou que a ação coletiva dos deputados socialistas é uma forma correta de buscar a justiça fiscal e uma alternativa técnica e política adequada para que o país volte a crescer e criar empregos.</p>



<p>“É importante que os ricos possam colaborar progressivamente mais do que aqueles que têm menos recursos, ao invés de estarmos preocupados em tirar direitos daqueles que já ganham tão pouco”, defendeu.</p>



<p>De acordo com o PL 1.981/19, os lucros ou dividendos até o limite de R$ 240 mil anuais por beneficiário não ficarão sujeitos à incidência do imposto de renda na fonte. A proposta ainda estabelece alíquota adicional de 15% para rendimentos tributáveis acima de R$ 320 mil mensais (R$ 3,84 milhões anuais).</p>



<p>Dados disponibilizados pela Receita Federal, referentes ao ano calendário 2016, apontam que existem 19.063 recebedores de lucros e dividendos com renda acima de 320 salários mínimos mensais no Brasil. Isso representa apenas 0,07% do total de 28 milhões de declarantes do país. Este grupo de pessoas recebeu uma renda média anual de R$ 8,367 milhões por declarante, em 2016, que ficou completamente isenta do Imposto de Renda Pessoa Física.</p>



<p>“Faz-se necessário revogar essa isenção para que os beneficiários de grandes lucros distribuídos passem a ser tributados de acordo com a tabela de incidência das pessoas físicas”, justifica o projeto.</p>



<p>Cabral explicou à época que a estimativa de aumento da arrecadação com a tributação dos lucros e dividendos, com a incidência da alíquota adicional proposta, de acordo com o PL, seria de cerca de R$ 85 bilhões anuais.</p>



<p>Já o projeto de taxação pelo IGF estabelece que serão consideradas como grandes fortunas o conjunto de todos os bens e direitos do contribuinte acima de R$ 20 milhões. O imposto, então, incidirá anualmente à alíquota de 5% sobre o valor excedente da base de cálculo.</p>



<p>De acordo com dados da Receita Federal, existem 25.785 declarantes (0,09% do total) com renda acima de 320 salários mínimos mensais que declararam bens e direitos líquidos (já deduzido o valor das dívidas e ônus) no montante total de R$ 1,294 trilhão, o que corresponde a um patrimônio médio de cerca de R$ 50,2 milhões por pessoa.</p>



<p>Esse mesmo estrato da população declarou uma renda média anual de R$ 11,152 milhões, dos quais R$ 7,549 milhões (cerca de 68%) ficaram completamente isentos do Imposto de Renda, em grande parte devido à isenção sobre o recebimento de lucros e dividendos ainda vigente no país. “Ou seja, além de possuir vultoso patrimônio que supera, em média, R$ 50,2 milhões por pessoa, este estrato possui elevadíssima capacidade contributiva, mas não tem contribuído para o Estado de acordo com essa capacidade”, afirma Cabral.</p>



<p>O deputado destaca que há um dispositivo, o artigo 153, inciso VII, da Constituição que combate privilégios, mas, em 30 anos, nunca foi regulamentado. “Nossa iniciativa quer acabar com esta injustiça e assegurar o aumento dos recursos orçamentários da União”, diz.</p>
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